Important:

Quaisquer soluções e/ou desenvolvimento de aplicações pessoais, ou da empresa, que não constem neste Blog podem ser tratados como consultoria freelance.

Views

Dashboards - Considerações para a construção de um bom Modelo.












Todos concordamos que os Dashboards permitem que Gestores e Executivos obtenham uma visão snapshot, de alto nível, do modelo de negócio no qual atuam.

Quando se trata de arquitetar e construir Dashboards, o MS Excel é uma excelente escolha. Sim, podemos criar bons e poderosos Dashboards graças a recursos como as tabelas dinâmicas, fórmulas, gráficos e interfaces simples para o usuário final.

Gostaria de compartilhar algumas regras que podem fazer os seus Dashboards serem melhor desenvolvidos no MS Excel e ficarem realmente impressionantes. E essas dicas logicamente não se aplicam somente aos layouts desenvolvidos no  MS Excel.

PROJETE O SEU DASHBOARD PRIMEIRAMENTE NO PAPEL

Todos nós, acredito, corremos para o MS Excel quando queremos criar um novo Dashboard

Mas não faça isso tão rápido!

Da próxima vez que estiver projetando Dashboards, abra o seu Bloco de Notas e comece anotando. Pergunte-se:

Quem utilizará esse Dashboard?

- CEO.

- Gerente de Marketing.

- Gerente de Vendas.

- Supervisor de Controle de Qualidade?

Quais são as necessidades do Usuário que utilizará esse Dashboard?

- Tenha impressões pessoais.

- Esforce-se em entender, ou traduzir, o desejo do usuário.

- Monitore a utilização de modelos piloto do Dashboard.

 

O que o usuário não quer ver no Dashboard?

- O CEO certamente não desejará muitos detalhes.

- Um Gestor desejará algum nível de Drilldown.

Como serão priorizadas as necessidades a serem demonstradas no Dashboard?

- O que deve estar em primeiro?

- O que é menos importante?
 
Onde estarão os dados que alimentarão o Dashboard?

- Nas planilhas do MS Excel?

- Em um Banco de Dados Oracle?

- Em um Banco de Dados MySQL?


Quantas vezes o Dashboard será atualizado?

- Diariamente.

- Mensalmente.

- Semestralmente.

- Anualmente.

- Raramente.

Existe algum layout do Dashboard a seguir?

- Algum esquemas de cores corporativas.

- Citações.

- Logomarcas.

- Um estilo como um Infográfico.

Assim que tiver respondido estas perguntas, é hora de criar a primeira versão do seu Dashboard.

Comece a desenhá-lo, faça um esboço de como seu painel ficará.

Discuta-o com os usuários.

Refine-o.

MANTENHA TODA A ESTRUTURA DO DASHBOARD FLEXÍVEL

Lembre-se: Ao projetar os seus Dashboards, não coloque toda a estrutura deste na mesma planilha (na mesma aba). Esse é um erro clássico de principiantes que causa muita dor de cabeça.

- Mantenha os dados em uma aba.

- Coloque as fórmulas de cálculos em outra aba.

- Por fim, desenvolva o Dashboard propriamente dito. Aplique o layout, cores e efeitos finais nesta última aba.

Aplicando estas sugestões conseguirá manter a estrutura flexível, e possíveis mudanças poderão ser feitas rapidamente.

PRINCÍPIOS DOS QUAIS NÃO ABRIR MÃO

1ª Regra - CONTRASTE: O contraste é importante para destacar as informações.

Tamanho e cor da fonte.

Gráficos que demonstram resultados em direções distintas.

2ª Regra - REPETIÇÃO: Aplique o modelo do projeto em todas as coisas relacionadas.

Os tipos de Fontes, fará com que a performance seja melhor.

Use os mesmos formatos de gráficos

Harmonize o mesmo tamanho para todas as caixas de texto

3ª Regra - ALINHAMENTO: Seja detalhista e zeloso. Alinhe as margens de cada objeto, sem exceções

4ª Regra - PROXIMIDADE: Mantenha as coisas relacionadas próximas umas das outras.

Esse cuidado correlacionará automaticamente as informações.

Esse cuidado aparentemente irrisório tornará a sua comunicação melhor, pois dará sentido as informações que está apresentando.


USE CAIXAS DE TEXTO E FORMAS (OBJETOS DE IMAGEM)

Seja diferente: A criatividade é algo que se destacará em meio a tantas soluções disponíveis. Sim, não utilize apenas as massantes células do MS Excel como todo mundo faz!

Felizmente podemos usar caixas de texto e as Formas de desenho para termos uma variedade infinita de combinações nos nossos dashboards.

E ainda mais! Podemos interligá-los às células para que possam mostrar os valores.

COPIE GRANDES EXEMPLOS

Seja HUMILDE: A criatividade pode não ser o que temos de melhor. Existem inúmeros Dashboards muito bem desenhados por aí.

Então da próxima vez que desejar criar um, basta copiar as idéias de design disponíveis.





Lembre-se, é muito melhor e mais rápido copiar um layout, uma ideia pronta, do que re-inventar a roda.

Apenas certifique-se de personalizar o Dashboard para que ele aborde todas as informações necessárias apontadas no primeiro item deste post.


Tags: regra, layout, modelo, dashboard, 


Séries - Dica de como usar o LinkedIn num Perfil profissional - 07 - Construa uma Rede de Contatos Profissionais - Start building your network




A maioria de nós tem um perfil no LinkedIn, alguns cuidam esmeradamente dele, e outros simplesmente relegam-no ao abandono. 

Nem todos desejam ter trabalho para preparar a sua própria página com o seu Curriculum Vitae disponível.

Não devemos subestimar o que o nosso perfil profissional nesta rede pode fazer por nós.

Um perfil bem cuidado pode fazer com que profissionalmente recebamos uma visibilidade que não teríamos de outra maneira. 

Esta Dica de como usar o LinkedIn num Perfil profissional, será bem interessante e pertinente. Ao lê-la, assimile o máximo, tentando colocar em prática a utilização desta poderosa ferramenta de NetworkingMarketing e Pesquisa.

7. Construa uma Rede de Contatos Profissionais - Start building your network

Comece a construir sua rede conectando-se a seus contatos atuais de seus e-mails.

O LinkedIn pode usar sua lista de contatos para enviar convites para que se conecte aos seus contatos automaticamente.

Conexões de Primeiro Grau

Se achar apropriado use o e-mail do LinkedIn como único endereço de contato para a sua lista de e-mails. Use-o para manter-se em contato com os colegas de trabalho anteriores, e clientes... Estes serão as suas conexões de primeiro grau.

Conexões de Segundo Grau

As conexões de segundo grau são as pessoas conectadas aos seus contatos, sendo que você pode conectá-los através dos seus 
contatos de primeiro grau usando convites.

Tags: séries, LinkedIn, Networking, Tips, profissional, perfil, profile, CV, curriculum, curriculum vitae, series, primeiro grau, segundo grau, rede, contatos,



Access 2010 Tip - Compartilhando a mesma Imagem - Shared images


Inline image 7



Tradicionalmente, quando criamos aplicações no MS Access, as imagens que usamos são objetos individuais nos nossos formulários e relatórios. Então, quando precisamos alterar a imagem de um grupo de controles em vários formulários e relatórios dentro da nossa aplicação, precisamos passar por cada controle, um por um, mudando a imagem.

Mas, com o passar do tempo descobrimos que podíamos dar uma "volta" no Access. Era preciso apenas que inseríssemos um subformulário com a logo que o cliente queria usar e caso essa mudasse, precisaríamos mudar apenas neste subformulário, ou mesmo num subrelatório. Muito bom! Mas isso não era útil para as imagens nos botões.

Consideremos também o caminho para a construção de formulários na web: Uma técnica comum na construção de aplicações web é agruparmos as imagens e reutilizá-las, tanto quanto possível. Cada solicitação que o navegador precisa fazer ao servidor é uma sobrecarga adicional que retarda a página processada. Browsers são muito mais rápidos em busca de dados fora do cache do que a partir de um servidor web que pode estar na outra metade do mundo.

Finalmente, no MS Access 2010, somos apresentados a uma Galeria de Imagens que torna mais fácil o gerenciamento e compartilhamento dos recursos no nosso banco de dados com o benefício adicional da página ser carregada mais rapidamente no browser. Vejamos um exemplo ...

Adicione uma imagem

Aqui está um modelo típico no MS Access 2010. Vamos para o formulário AssetDetails para adicionarmos uma marca ao cabeçalho:



Vamos começar por olhar para cima na área de design.



Este é um banco de dados web e usa a nova Galeria de Imagens exclusivamente para manipulação de imagens no seu banco de dados. Também notará que a galeria já está preenchida com imagens que usamos na criação dos templates ativos. Mas queremos adicionar uma nova imagem de cabeçalho neste formulário.

Cliquemos em "Procurar" na parte inferior da galeria. Isso nos permitirá selecionar uma nova imagem. Acessaremos novamente  o Form para que adicionemos o novo controle de imagem. Vamos deixá-la apenas à esquerda do nosso título e, em seguida, redimensioná-la ao nosso gosto.



A propriedade "Picture" mostra um drop-down contendo todas as nossas imagens disponíveis que podemos atribuir a esse objeto.

Clicando nas reticências, a propriedade permitirá que carreguemos outra imagem na Galeria de Imagens.



Altere a imagem

Digamos que tenhamos gostado da nova imagem e passemos a utilizá-la em todos os novos formulários e relatórios que desenvolvemos. Mas, após mostrarmos o trabalho para o nosso cliente, este no informa que precisamos usar o novo logotipo da empresa em todo o banco de dados. Então, precisamos entrar e atualizar essa imagem.

Abra a Galeria de Imagens e coloque o botão direito do mouse sobre a imagem que precisa atualizar, selecione "Update". Também podemos usar o menu contextual para renomear ou apagar uma imagem da galeria de imagens.



Depois disso, basta selecionarmos a nova imagem no navegador de arquivos, e voilá! Todas as instâncias nas quais a nossa imagem estiver, no banco de dados, terão sido alteradas para a nova!



Divirtam-se!

Tags: Access, image, imagem, imagens, Ric Lewis, 




BIG DATA - PDD - Política de Descarte de Dados




Você planeja descartar os seu próprios dados, os da sua empresa, ou os dos seus clientes?

Em tempos de Big Data precisamos tirar tempo para elaborar políticas para a destruição de dados. 

Pense: Quantos dados armazenados estão desatualizados e nunca serão acessados? Ficam a acumulados e por fim dificilmente podem ser acessados de forma proveitosa para a sua empresa. Um modo pragmático para se tratar essa questão é por se livrar deles, criando uma PDD (Política de Descarte de Dados).

Certamente, a grande maioria das empresas não possuem PDDs estruturadas, o que as faz acumularem custos altos por anos para manter algo do qual nunca se beneficiam. Alguns tentam justificar a continuidade dispendiosa da existência de dados antigos, o que segue são alguns destes argumentos:

É imprescindível guardar tudo
Não existe nenhuma lei, que obrigue a empresa a manter armazenados todos os dados que ela produziu.

Cada modelo de negócio tem normas inerentes ao mercado no qual atua e através das sinalizações regulamentares pode separa as informações estritamente necessárias para atender a tais normas. Deve-se fazer com que tais normas façam parte da sua 
PDD e excluir os demais dados desnecessários. É fato que a comunicação entre o gestor de TI o gestor da área jurídica precisa ser contínua.

Já tá aí mesmo, então deixa
Guardar dados requer investimentos iniciais altíssimos, além da constante preocupação com a manutenção

Não devemos simplificar o armazenamento dos dados apenas as estruturas físicas, mas precisamos vislumbrar o desdobramento dessa açõa, ou seja as conseqüências que envolvem custos relacionados ao gerenciamento dessas:

Onde vou mantê-las? Num servidor, em mídia ótica?

Qual será o sistema de recuperação destes dados?

Com qual metodologia de segurança cercarei tais informações?

É impossível saber o que deve ser descartado
Existem processos e soluções específicas para isso, basta que as desenhemos, pois tal preocupação nos protegerá de custos e propiciará investimentos em projetos com maior retorno.

Posso me lembrar de pelo menos 2 bons motivos para mantermos dados armazenados:

Os dados têm algum valor regulatório legal

Os dados geram resultados efetivos ao negócio. 


Os 2 subtópicos acima são apenas premissas iniciais para a sua PDD. Através da análise do seu fluxo de informações, será possível ampliar essas premissas e descartar aqueles dados que não estiverem adequados a elas.

É dificílimo categorizar dados
Se não fizer algo agora, enquanto consegue identificar a  origem , o motivo, o processo que resultou tal dado, no futuro será muito mais difícil fazê-lo.

Separe sistematicamente as informações que podem ser descartadas, lembre-se que essa iniciativa requer total integração do gestor de TI com o gestor do departamento jurídico, bem como das demais áreas de negócio. Assim poderá identificar os dados que não trazem valor à companhia e, nem tampouco, estão ligados às normas regulatórias de cada setor.


Tags: bigdata, Tom Lahiff, mitos, dados, armazenamento, PDD




LinkWithinBrazilVBAAccessSpecialist

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Vitrine